terça-feira, 13 de setembro de 2011

Meu querido filho, quanto terei que...


Esperar pôr este teu chegar. Como vai ser difícil, Quanto me vai ser duro esta espera; Esta tua demora. Conto os dias ,conto as horas, nada, tu não chegas. Eu te chamo, te espero , me desespero Olho e torno a olhar, Nada...tu não chega Jamais pensei, ou antes não queria acreditar que um dia eu ficasse a tua espera neste deposito, Neste asilo e nunca mais te visse chegar.

Meu coração está de luto; Te chamo , te procuro ,ascendo à luz , não te vejo ,estas no escuro. Dias destes lavava, trocava tuas fraldas. Embalava-te entre meus braços, Encantava-me com teus sorrisos; Ficou tão grande filho !!! E não mais cabias; Como não cabe esta dor dentro de mim , estes meus prantos.

Meu querido filho e amado...Se falhei , não te compreendi ,não foi uma mãe boa; Perdoe-me...Fiquei no passado, fui ultrapassada pelo dias modernos. Hoje tenho as pernas combalidas ,
Estou enfraquecida pela longa espera. Possivelmente ,quando tardio chegares no meu leito derradeiro, Perceberas outra mãe em meu lugar. Desculpe- me tive que ir, sem despedir- me de você , Pois chegou minha vez; Minha hora.
Cumpri a missão delegada pôr Deus. Adeus meu filho !!! Valeu a alegria, felicidade que- proporcionaste-me. Quando o tempo lhe permitir, Olhes para o infinito do luzeiro noturno , Notarás uma estrela mais brilhante e cintilante É o meu coração pulsando pôr você que ficou na terra. Adeus filho!!! As minhas bênçãos.

Quantas pessoas existem esquecidas nos asilos do mundo.
Quantas mães e pais sofrem diante desse descaso.
Essa mensagem reflete um sentimento puro do coração
de uma mãe recordando o passado feliz!!
AUTOR DESCONHECIDO

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O Senhor Pode Fazer Um Pacote Bem Bonito?

Um homem detrás do balcão olhava a rua de forma distraída. Uma garotinha se aproximou da loja e amassou o narizinho contra a vitrine. Seus olhinhos brilharam
Quando viu um determinado objeto. Entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesa azul. –É para minha irmã mais velha. O senhor pode fazer um pacote bem bonito?
O dono da loja olhou para a garotinha e perguntou:
-Será que você tem dinheiro suficiente para comprar esse colar?
Sem hesitar ela tirou do bolso um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós.
Colocou então sobre o balcão, toda sua fortuna.
Isto dá para comprar, não dá?
Eram apenas algumas moedas, mas ela as exibia toda orgulhosa.
-Sabe, eu quero dar um presente de Natal para minha irmã mais velha.
Desde que a mamãe morreu, ela tem cuidado o todo tempo de mim.
E eu dou muito trabalho! Os olhos dela não são da cor da terra, como os meus, eles são da cor do céu, e por isso este colar vai combinar direitinho!
O dono da loja comovido colocou o colar em um estojo, embrulhou-o com um papel de seda verde e fez um lindo laço com uma brilhante fita vermelha.
Entregando o pacote a menininha., recomendou que tomasse muito cuidado ao transportá-lo. E lá se foi ela.
Após o Natal, assim que as lojas abriram, a primeira pessoa que entrou na loja foi uma linda jovem com maravilhosos olhos azuis. Ela dirigiu-se ao balcão e colocando um pacote sobre ele, perguntou:
-Este colar é da sua loja?
-Sim, senhorita! Gostou dele?
-É maravilhoso, mas quanto custou?
-Ah! Falou o dono da loja, o preço na minha loja é confidencial entre vendedor e cliente. E a moça continuou:
-Mas meu senhor, minha irmãzinha tinha somente algumas moedas! O colar é verdadeiro, não é? Ela não poderia ter dinheiro para comprá-lo!
O dono da loja então pegou o pacote refez o embrulho com extremo carinho e o entregou a mocinha dizendo:
-Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa poderia pagar. Ela deu tudo o que tinha! O silêncio encheu a loja e duas lágrimas rolaram pela face emocionada da jovem, enquanto tomava novamente o embrulho em suas mãos.

Gratidão não apenas aquece a quem recebe, mas reconforta a quem oferece!
Temos sido gratos a Deus, a nosso próximo, ao nosso semelhante?
Que nesta época de doação possamos, inicialmente, ser gratos a quem deixou a glória e aqui se entregou inteiramente por nós! Jesus! Ele pagou o preço mais alto que qualquer
pessoa podia ter pago por amor a você.

Viva a diferença!!! Seja a diferença

Paulo trabalhava em uma empresa há dois anos. Sempre foi um funcionário sério, dedicado e cumpridor de suas obrigações. Nunca chegava atrasado. Por isso mesmo já estava há dois anos na empresa, sem ter recebido uma única reclamação.
Certo dia, ele foi até o diretor para fazer uma reclamação:
- Sr. Gustavo, tenho trabalhado durante estes dois anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. Fiquei sabendo que o Fernando, que tem o mesmo cargo que eu e está na empresa há somente seis meses já será promovido ?!?...
Gustavo, fingindo não ouvi-lo disse:
- Foi bom você vir aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá me ajudar. Estou querendo oferecer frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço de hoje. Aqui na esquina tem uma barraca de frutas. Por favor, vá até lá e verifique se eles tem abacaxi.
Paulo, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão.
Em cinco minutos estava de volta.
E aí Paulo? - Perguntou Gustavo.
- Verifiquei como o senhor pediu e eles tem abacaxi sim...
- Quanto custa?
- Ah, Isso eu não perguntei...
- Eles têm abacaxi suficiente para atender a todo nosso pessoal? - Quis saber Gustavo.
- Também não perguntei isso...
- Há alguma fruta que possa substituir o abacaxi?
- Não sei...
- Muito bem Paulo. Sente-se ali naquela cadeira e aguarde um pouco. O diretor pegou o telefone e mandou chamar o novato Fernando. Deu a ele a mesma orientação que dera ao Paulo. Em dez minutos, Fernando voltou.
- E então ??? - Indagou Gustavo.
- Eles têm abacaxi sim seu Gustavo. E é o suficiente para todo nosso pessoal e, se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão. O abacaxi custa R$1,50 cada; a banana e o mamão custam R$1,00 o quilo; o melão custa R$1,20 cada e a laranja custa R$20,00 o cento, já descascada. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles nos concederão um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo o pedido. - Explicou Fernando.
Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o.
Voltou-se para Paulo, que permanecia sentado e perguntou-lhe:
- Paulo, o que foi que você estava me dizendo?
- Nada, patrão. Esqueça. Com licença...
E Paulo deixou a sala...
"Se não nos esforçarmos em fazer o melhor, mesmo em tarefas que possam parecer simples, jamais nos serão confiadas tarefas de maior importância."
"Todas as vezes que fazemos o uso correto e amplo da informação, criamos a oportunidade de imprimir a nossa marca pessoal."
"Você pode e deve se destacar, até nas coisas mais simples, como Fernando."
VIVA A DIFERENÇA !!! SEJA A DIFERENÇA !!!

A Janela

Certa vez, dois homens estavam seriamente doentes na mesma enfermaria de um grande hospital. O cômodo era bem pequeno e nele havia uma janela que dava para o mundo. Um dos homens tinha, como parte do seu tratamento, permissão para sentar-se na cama por uma hora durante as tardes (algo que tinha a ver com a drenagem de fluido de seus pulmões). Sua cama ficava perto da janela.
O outro, contudo, tinha de passar todo o seu tempo deitado de barriga para cima. Todas as tardes, quando o homem cuja cama ficava perto da janela era colocado em posição sentada, passava o tempo descrevendo o que via lá fora.
A janela dava para um parque onde havia um lago. Havia patos e cisnes no lago, e as crianças iam atirar-lhes pão e colocar na água barcos de brinquedo. Jovens namorados caminhavam de mãos dadas entre as árvores, e havia flores, gramados e jogos de bola. E ao fundo, por trás da fileira de árvores, avistava-se o belo contorno dos prédios da cidade.
O homem deitado ouvia o sentado descrever tudo isso, apreciando todos os minutos. Ouviu sobre como uma criança quase caiu no lago e sobre como as garotas estavam bonitas em seus vestidos de verão. As descrições do seu amigo eventualmente o fizeram sentir que quase podia ver o que estava acontecendo lá fora...
Então, em uma bela tarde, ocorreu-lhe um pensamento: Por que o homem que ficava perto da janela deveria ter todo o prazer de ver o que estava acontecendo? Por que ele não podia ter essa chance? Sentiu-se envergonhado, mas quanto mais tentava não pensar assim, mais queria uma mudança. Faria qualquer coisa!
Numa noite, enquanto olhava para o teto, o outro homem subitamente acordou tossindo e sufocando, suas mãos procurando o botão que faria a enfermeira vir correndo. Mas ele o observou sem se mover... mesmo quando o som de respiração parou. De manha, a enfermeira encontrou o outro homem morto e, silenciosamente, levou embora o seu corpo.
Logo que pareceu apropriado, o homem perguntou se poderia ser colocado na cama perto da janela. Então colocaram-no lá, aconchegaram-no sob as cobertas e fizeram com que se sentisse bastante confortável. No minuto em que saíram, ele apoiou-se sobre um cotovelo, com dificuldade e sentindo muita dor, e olhou para fora da janela.
Viu apenas um muro...
E a vida é, sempre foi e será aquilo que nós a tornamos.
Ligia Barreto

Seu Maior Tesouro



a lenda que, certa vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia.

Pensava desta forma :


"Se tivesse uma casa grande, seria feliz".


"Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz.


"Se tivesse uma companheira perfeita, seria feliz".


Nesse momento, tropeçou com uma sacolinha cheia de pedras e começou a jogá-las, uma a uma, no mar, a cada vez que dizia :


"seria feliz se tivesse..."


Assim o fez até que a sacolinha ficou com uma só pedrinha, que decidiu guardá-la.


Ao chegar em casa, percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso.

Você imaginou quantos diamantes jogou no mar, sem parar para pensar ?


Quantos de nós vivemos jogando fora nossos preciosos tesouros por estar esperando o que acreditamos ser perfeito ou sonhando e desejando o que não temos, sem dar valor ao que temos perto de nossas mãos ?


Olhe ao seu redor e, se você parar para observar, perceberás quão afortunado você é. Muito perto de ti está tua felicidade.


Observe a sua pedrinha.

A importância do Perdão

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo
chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo.
Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco
ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que
você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o
menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O
pai, então lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você
O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre
em nós mesmos.
Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras;
Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;
Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;
Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;
Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.

A coisa mais bela do mundo


Um célebre pintor, que tinha realizado vários trabalhos de grande beleza, convenceu-se, certo dia, de que ainda lhe faltava pintar a sua obra prima.


Em sua procura por um motivo, numa poeirenta estrada,encontrou um idoso sacerdote que lhe perguntou para onde se dirigia.
Não sei, respondeu o pintor.
Quero pintar a coisa mais bela do mundo. Talvez que o senhor possa me orientar.


É muito simples- disse o sacerdote
- Em qualquer igreja ou crença você achará o que procura.
A fé é a mais bela coisa do mundo.
Prosseguiu viagem o pintor.


Mais tarde, perguntou a uma jovem noiva se sabia qual a coisa mais bela do mundo.
O amor- respondeu ela.
- O amor torna os pobres em ricos, suaviza as lágrimas, faz muito do pouco. Sem amor, não há beleza.


Continuou ainda o pintor a sua procura.


Um soldado exausto cruzou o seu caminho, e quando o pintor lhe fez a mesma pergunta, respondeu:
A Paz é a mais bela coisa do mundo. A guerra a coisa mais feia. Onde você encontrar a paz, fique certo de que encontrará a beleza.

Fé, Amor e Paz.


Como poderei pintá-las? -pensou tristemente o artista.
Meneando a cabeça desanimado, tomou o rumo de casa.


Ao entrar em sua própria casa, deu com a coisa mais bela do mundo.
Nos olhos dos filhos estava a Fé.
O Amor brilhava no sorriso de sua esposa.
E aqui,em seu lar, havia a Paz de que lhe falara o soldado.
Realizou assim o pintor o quadro
"A coisa mais bela do mundo". Goodwin
E, terminando-o, chamou-lhe
"LAR".

A Pedra



O distraído nela tropeçou...
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, Davi, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!
Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Independente do tamanho das pedras, no decorrer de sua vida. não existirá uma, que você não possa aproveitá-la para seu crescimento espiritual. Quando a sua pedra atual, tenho certeza que Deus irá te dar sabedoria, para mais tarde você olhar para ela, e ter orgulho da maravilhosa experiência que causou em sua vida, no seu crescimento espiritual.
Abençoado dia pra você!!!
Autor Desconhecido

domingo, 21 de agosto de 2011

ACORDE PARA VENCER



A mensagem positiva logo de manhã
é um estimulo que pode mudar o seu humor,
fortalecendo sua autoconfiança

Com este pensamento positivo,
você reunirá forças para vencer os obstáculos.

Não deixe portanto que nada afete seu espírito.
Envolva-se pela música, ouça, cante e
comece a sorrir mais cedo.

Ao invés de reclamar quando o relógio despertar,
agradeça a Deus pela oportunidade
de acordar mais um dia.

O bom humor é contagiante espalhe-o,
fale de coisas boas, de saúde de sonhos, de amor.
Não se lamente!!!
Ajude as outras pessoas a perceberem
o que há de bom dentro de si.

Não viva emoções mornas ou vazias.
Cultive seu interior.

Extraia o máximo de pequenas coisas.
Seja transparente e deixe que as pessoas
saibam que você as estima e precisa delas.
Repense os valores e dê a chance
de crescer e ser mais feliz.

Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito.
Torne suas obrigações atraentes, tenha garra e determinação.

Mude, opine, ame o que faz. Não trabalhe só por dinheiro e sim pela satisfação da missão cumprida.
Lembre-se de que nem todos têm a mesma oportunidade.
Pense no melhor, trabalhe pelo melhor
espere o melhor.

Transforme seus movimentos em oportunidades.
Veja o lado positivo das coisas e assim tornará seu otimismo uma realidade.

Não inveje. Admire!!!
Sinta entusiasmo com o sucesso alheio,
como seria com o seu próprio.
Idealize um modelo de competência
e faça sua auto avaliação
para saber o que lhe está faltando para chegar lá.

Ocupe seu tempo crescendo,
desenvolvendo suas habilidades e seu talento.
Só assim não terá tempo de criticar os outros.

Não acumule fracassos e sim experiências .
Tire proveito dos seus problemas e não se deixe abater
por eles. Tenha fé e energia, acredite!!!
Você pode tudo que quiser.


Perdoe!! Seja grande para os aborrecimentos,
pobre para a raiva, forte para vencer o medo
e FELIZ para permitir momentos felizes.

Não viva só para o trabalho. Tenha outras atividades paralelas como esportes, leituras, cultivar amigos.
O trabalho é uma das contribuições que damos à vida,
mas não se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realizações.

Finalmente, ria das coisas à sua volta,
de seus problemas, de seus erros, ria da vida.

E... ame. Antes de tudo, a você mesmo!
UTOR DESCONHECIDO

Castelo de Areia



Num dia de verão, estava na praia, observando duas crianças brincando na areia.
Elas trabalhavam muito, construindo um castelo de areia, com torres, passarelas e passagens internas.
Quando estavam quase acabando, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo à um monte de areia e espuma.
Achei que as crianças cairiam no choro, depois de tanto esforço e cuidado, mas tive uma surpresa.
Em vez de chorar, correram para a praia, fugindo da água, Sorrindo, de mãos dadas e começaram a construir outro castelo...
Compreendi que havia recebido uma importante lição:
Gastamos muito tempo de nossas vidas construindo alguma coisa.
E mais cedo ou mais tarde, uma onda poderá vir e destruir o que levamos tanto tempo para construir.
Mas quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar, será capaz de dar uma reviravolta !!!.
Tudo é feito de areia;
Só o que permanece é o nosso relacionamento com as outras pessoas.
Autor Desconhecido

A Lição do Velho



Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele tinha um belíssimo cavalo branco. Reis ofereciam quantias fabulosas pelo garanhão, mas o homem dizia:

-Este animal não é um cavalo para mim; é uma pessoa. E como se pode vender uma pessoa, um amigo?

O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo. Numa manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira. A aldeia inteira se reuniu, e disseram:

- Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça!

O velho disse:

- Não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Se trata-se de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este é apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai se seguir?

As pessoas riram do velho. Elas sempre pensaram que ele era um pouco louco. Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o garanhão voltou. Não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta. E não
apenas isso: ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.

Novamente, as pessoas se reuniram e disseram:

- Velho, você estava certo! Não se trata de uma desgraça, na verdade provou ser uma benção.

O velho disse:

- Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam que o cavalo está de volta. Quem sabe se é uma benção ou não? Este é apenas um fragmento. Você lê uma única palavra de uma sentença – como
pode julgar todo o livro?

Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente achavam que o velho estava errado. Doze lindos cavalos tinham vindo. O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, o filho caiu de um cavalo e fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram.

Elas disseram

:- Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o uso das pernas, e ele era o arrimo da sua velhice. Agora você esta mais pobre do que nunca.

O velho disse:

- Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou uma benção. A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é dado.

Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra, e todos os jovens da aldeia foram forçados a se alistar. Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas. A cidade inteira estava chorando, lamentando-se porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria.

Então, elas vieram até o velho e disseram:

- Você tinha razão, velho - aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda está com você. E nossos filhos foram-se para sempre.

O velho disse:

- Vocês continuam julgando. Ninguém sabe! Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Mas somente Deus sabe se isso é uma benção ou uma desgraça. Não julguem, porque dessa maneira retardarão sua união com a Divindade. Vocês ficarão obcecados com fragmentos, pularão para as conclusões a partir de coisas pequenas.

Quando alguém julga deixa de crescer. O julgamento significa um estado mental estagnado. E a mente deseja julgar, porque estar em um processo é sempre arriscado e desconfortável. Na verdade, a jornada nunca chega ao fim.

Um caminho termina e outro começa. Uma porta se fecha, outra se abre. Quando você atinge um pico, sempre existirá um pico ainda mais alto. Aqueles que não julgam estão satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e em nele crescer. Somente estes são capazes de caminhar com Deus..
Autor Desconhecido

Como árvores...



Qual o tamanho de um sofrimento ?

Quanto tempo devemos chorar por um ente querido
que morreu ou pelo amor que se perdeu ?

Quanto tempo devemos guardar trancado um coração
que sofreu uma traição ?

Quantos dias devemos ficar trancados em um quarto
quando alguém nos decepcionar ?

Qual o tamanho da saudade que devemos armazenar
por alguém que não vai voltar ?

Qual o tamanho do ódio que devemos criar para aqueles
que nos humilharam ou feriram ?

É muito difícil determinar o tamanho, o tempo ou o peso de
qualquer uma das perguntas acima, o certo, é que tudo tem
um tempo certo, tudo tem um limite, e cada um de nós é
suficientemente "adulto" para perceber quando estamos
passando dos limites.

Assim, as pessoas que se trancam na dor e fazem dessa dor
"o motivo" para não viverem, para não lutarem e
simplesmente desistirem da vida, estão indo contra um
princípio natural e divino que aponta sempre para
a continuidade da vida.

Se você cortar uma árvore centenária e deixar apenas
um pequeno toco, verá depois de alguns meses a vida
renascer com pequenos galhos já crescendo e
desafiando a vida para ressurgir.

Em alguns anos será novamente uma árvore forte e
cheia de vida, pronta para oferecer o que tem
de melhor para o mundo.

Por isso o sofrimento tem que ter uma medida,
a nossa dor tem que ter limite, o nosso isolamento do
mundo tem que ter um breque, porque somos como árvores
frondosas que estão sujeitas á vários cortes durante
nossa vida, alguns cortes derrubarão poucas folhas,
outras podem até destruir todos os galhos que demoramos
anos para juntar, mas sempre nos restarão algumas
sementes que se regarmos com paciência e amor,
em breve nos transformará de novo em belas árvores.

Se você, no dia de hoje, é apenas um toco,
lembre-se que dentro de você tem uma semente divina
que deve ser cultivada sempre, que precisa muito mais
da sua atenção que de mãos estranhas, por isso ame-se,
respeite-se, respeite a vida e o curso que ela tem,
transforme-se definitivamente numa árvore que dá frutos,
que dá sombra e lembra sempre a todos que enquanto
existir vida, existem possibilidades de transformar,
de renascer e de ser feliz
AUTOR DESCONHECIDO

Círculo do Amor

Ele quase não viu a senhora, com o carro parado
no acostamento.
Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou seu carro e se aproximou.
O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada.
Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma?
Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto.
Ele pôde ver que ela estava com muito medo e disse:
- "Eu estou aqui para ajudar, madame. Por que não espera no carro onde está quentinho?
A propósito, meu nome é Marcelo".
Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante.
Marcelo abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro.
Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos. Enquanto ele apertava as porcas da roda, ela abriu a janela e começou a conversar com ele.
Contou que era de São Paulo e só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer
pela preciosa ajuda.
Marcelo apenas sorriu enquanto se levantava.
Ela perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todas as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Marcelo não tivesse parado.
Marcelo não pensava em dinheiro. Aquilo não era
um trabalho para ele.
Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante. Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo.
Ele respondeu:
-"Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda que precisar".
E acrescentou: "... e pense em mim".
Ele esperou até que ela saísse com o carro e
também se foi.
Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo pra casa, desaparecendo no crepúsculo.
Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante sujo. Acena inteira era estranha para ela.
A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pôde apagar.
A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia
tratar tão bem a um estranho.
Então se lembrou de Marcelo. Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido quando a garçonete voltou.
A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de $100 dólares.
Havia lágrimas em seus olhos quando leu o
que a senhora escreveu.
Dizia "Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar não deixe este círculo de amor terminar com você".
Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher,
e pessoas para servir.
Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama ficou pensando no dinheiro e no que a
senhora deixou escrito.
Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto?
Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil! Ela deitou na cama ao lado do seu preocupado marido que dormia e disse-lhe:
"Tudo ficará bem; eu te amo, Marcelo"...

Moral da história:
Quando você tiver um grande problema, não vá até DEUS dizer que você tem um grande problema...
Vá até o problema e diga a ele que você tem um grande DEUS... AUTOR DESCONHECIDO

O Circulo da tolerância

Um famoso senhor com poder de decisão, gritou com um diretor da sua empresa, porque estava com ódio naquele momento.

O diretor, chegando em casa, gritou com sua esposa, acusando-a de que estava gastando demais, porque havia um bom e farto almoço à mesa.

Sua esposa gritou com a empregada que quebrou um prato.

A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara.

O cachorrinho saiu correndo, e mordeu uma senhora que ia passando pela rua, porque estava atrapalhando sua saída pelo portão.

Essa senhora foi à farmácia para tomar vacina e fazer um curativo, e gritou com o farmacêutico, porque a vacina doeu ao ser-lhe aplicada.

O farmacêutico, chegando à casa, gritou com sua mãe, porque o jantar não estava do seu agrado.

Sua mãe, tolerante, um manancial de amor e perdão, afagou-lhe seus cabelos e beijou-o na testa, dizendo-lhe:

"Filho querido, prometo-lhe que amanhã farei os seus doces favoritos.

Você trabalha muito, está cansado e precisa de uma boa noite de sono.

Vou trocar os lençóis da sua cama por outros bem limpinhos e cheirosos para que você descanse bem. Amanhã você sentir-se-à melhor."

E abençoou-o, retirando-se e deixando-o sozinho com os seus pensamentos...

Naquele momento, rompeu o círculo do ódio, porque esbarrou com a tolerância a doçura, o perdão e o amor.

Façamos o mesmo. AUTOR DESCONHECIDO

A raiva nos deixa surdo e cego


Era uma vez, uma criança que estudava em um colégio particular, suas notas não eram das melhores, por isso, sua mãe era enérgica nos estudo da filha, e sempre estava atenta para que a situação não fugisse ao controle.

A menina era fisurada em andar a cavalo, indo constantemente ao sitio da família para dar umas voltas. Sua mãe percebendo tal situação fez um acordo com a filha, na qual, se ela melhorasse seu comportamento e suas notas na escola, levaria-a, em um haras para aprender a galopar melhor.

menina ficou radiante e topou a parada, começou a melhorar o seu comportamento, tanto dentro como fora da escola. Sua mãe ao perceber da melhora da filha ficou contente e ao mesmo tempo desconfiada.

Ao buscar o boletim de sua filha na escola, teve uma desagradável noticia, foi avisada que sua filha estava muito mal nas matérias e suas notas eram todas abaixo de 5 (cinco), deixando-a transtornada, pegando um envelope com o referido documento, sem analisar o conteúdo lhe entregue.

Chegou em casa totalmente fora de si, já foi direto para o quarto da filha, com um tom de voz elevadíssimo, começou a questioná-la sobre a nota na escola, dizendo: “como que você pode fazer isso com seus pais, estamos fazendo um sacrifício danado para que tenha um bom estudo e é assim que nos paga?”, a menina tentava dizer que não estava entendendo nada, e que havia algo errado, mas, a mãe não a escutava, dando-lhe, uma surra daquelas, deixando-a toda marcada.

Passado alguns dias, a menina continuava de castigo, quando seu pai sem pretensão alguma, pegou o envelope que estava na penteadeira do quarto, ao abrir verificou-se tratar de um boletim, e que o mesmo não pertencia a sua filha e sim de uma outra pessoa, imediatamente chamou sua esposa para que olhasse, ao perceber que havia cometido um tremendo engano, desesperou-se e ligou para a escola solicitando informação a respeito das notas da filha, e a noticia recebida foi que as notas eram as melhores possíveis, imediatamente foi até o quarto de sua filha, pediu-lhe perdão pelo que tinha feito com ela.

Nós seres humanos às vezes esquecemos que estamos aqui apenas de passagem e não aproveitamos os momentos que é nos dado, jamais conseguiremos efetuar alguma mudança em qualquer ser humano se agirmos como essa mãe, pois, a energia que vem da raiva bloqueia nossa capacidade de discernimento, cegando nossa inteligência, não tendo assim nenhuma sabedoria.
Mazenildo Feliciano Pereira

A sabedoria do mendigo



Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira lata marrom com manchas brancas, que atendia pelo nome de Malhado. Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados.

Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras.

Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade. Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranqüilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida.
Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos.

Serapião agradecia e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava. Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que paciente comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinha onde dormir; onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão Bonito e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte. Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor que Serapião levava.
Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas fui bater um papo com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, o que Serapião não sabia. Dizia não ter idéia, pois se encontraram certo dia quando ambos andavam à toa pelas ruas.
Nossa amizade começou com um pedaço de pão -disse o mendigo. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço e ele agradeceu abanando o rabo, e daí não me largou mais. Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso. Como vocês se ajudam? Perguntei.

Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode. Continuando a conversa, perguntei:
Serapião, você tem algum desejo de vida?
Sim, respondeu ele - tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que a Zezé vende ali na esquina. Só isso? Indaguei. É, no momento é só isso que eu desejo. Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo. Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Voltei e lhe entreguei. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos. Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser a salsicha o melhor pedaço.

Por que você deu para o Malhado logo a salsicha? - Perguntei intrigado. Ele, com a boca cheia, respondeu: Para o melhor amigo, o melhor pedaço. E continuou comendo, alegre e satisfeito.
Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e saí pensando com meus botões:
Aprendi alguma coisa hoje. Como é bom ter amigos. Pessoas em quem possamos confiar. E saber reconhecer neles o seu real valor, agindo em consonância. Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal.

Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita:
"PARA O MELHOR AMIGO, O MELHOR PEDAÇO"
AUTOR DESCONHECIDO

Prá nunca mais chorar



Passava do meio dia, o cheiro de pão quente invadia aquela rua, um sol escaldante convidava a todos para um refresco... Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão e falou:

- Pai, tô com fome!!!

O pai, Agenor, sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência...

- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu estou com muita fome.

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente... Ao entrar dirige-se a um homem no balcão dizendo:

- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome. Não tenho nenhum tostão, pois saí cedo para buscar um emprego e nada encontrei. Eu lhe peço, em nome de Jesus, que me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!

Amaro, o dono da padaria, estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho... Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida, o famoso Prato Feito.

Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua... Para Agenor, era uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá... Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada... A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e a lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades....
Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, pede que o amigo relaxe e diz que mais tarde conversariam sobre trabalho... Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório...
Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de pequenos bicos, mas que há 2 meses não recebia nada...
Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias... Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho...
Ao chegar em casa com toda aquela "fartura", Agenor é um novo homem... Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores... No dia seguinte, às 5 da manhã, lá estava Agenor na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho... Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando... Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele chamava-o para ajudar aquela pessoa... E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres...
Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar... Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...
Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula... Vamos encontrar agora o Dr. Agenor Baptista de Medeiros, advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro... Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o "antigo funcionário" tão elegante em seu primeiro terno. Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem.
Agenor resolve criar então uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço... Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho, o agora nutricionista Ricardo Baptista...
Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um... Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido... Ricardinho, o filho mandou gravar na frente da "Casa do Caminho", que seu pai fundou com tanto carinho:
"Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço. Que Ele habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!"
(História verídica) Se acharem que vale a pena repassem, pois nunca é tarde para começar e sempre é cedo para parar!!!

NEM MAIS, NEM MENOS ..



A gente pode
morar numa casa mais ou menos,
numa rua mais ou menos,
numa cidade mais ou menos,
e, até, ter um Governo mais ou menos,

A gente pode
dormir numa cama mais ou menos,
comer um feijão mais ou menos,
e, até, ser obrigado a acreditar
mais ou menos no futuro.

A gente pode olhar em volta
e sentir tudo até mais ou menos.

Tudo bem!

O que a gente só não pode
nunca, mesmo, de jeito nenhum,
é amar mais ou menos,
é ser amigo mais ou menos,
é namorar mais ou menos,
é ter fé mais ou menos,
é acreditar mais ou menos.

Senão a gente corre o risco de ser tornar
uma pessoa mais ou menos.Autor desconhecido

Nao perca o barco...



Você já ouviu falar de Noé ?
Pode ser, até, que não acredite no dilúvio,
mas toda tradição ensinada possui fundamentos, medite nestes...
Não perca o barco.
Cada oportunidade poder única em nossas vidas...
Lembre-se de que estamos todos no mesmo barco.
Nossa sobrevivência depende muitas vezes da
sobrevivências do nosso próximo!
Planeje para o futuro.
Não estava chovendo quando Nóe construiu a Arca.
Muitas vezes não podemos pressentir o que nos aguarda,
Precisamos aprender a confiar
em DEUS.
Mantenha-se em forma.
Quando você tiver 60 anos, alguém pode lhe pedir para
fazer algo realmente grande.
Enquanto Noé construía a Arca, todos zombavam dele por
construir um barco no meio do DESERTO.
Não dê ouvidos aos críticos; apenas continue a fazer
o trabalho que precisa ser feito.
Construa seu futuro em terreno alto.
Quando olhamos para o horizonte, vemos o infinito !
Por segurança, viaje em pares.
Todos com Noé entraram aos pares,
isto nos trás uma nova reflexão:
Lembrem-se, O Grande Homem de Nazaré
Nunca enviou ninguém sozinho !
A velocidade nem sempre é uma vantagem.
Os caramujos estavam a bordo com os leopardos.
Temos muitas diferenças, o importante é que somos
essenciais uns para os outros e podemos chegar juntos,
mesmo com diferenças gritantes !
Quando estiver estressado flutue por um tempo.
Esperar, muitas vezes, é a melhor solução,
há coisas que fogem de nosso constrole.
relaxe e espere o dilúvio passar!
Lembre-se a Arca foi construída por amadores;
o titanic por profissionais.
Ter a benção de Deus é a garantia do sucesso.
Não importa a tempestade,
pois, quando você está com Deus
há sempre um arco-iris de esperanças lhe esperando,
desafiando-o para um novo começo !